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Brasília, 06 de setembro de 2010
Bem vindo ao nosso site!       JOSAC   -   Jovens que Servem a Cristo        "O Espírito do Senhor Deus está sobre 'nós'..." Is. 61:1




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Prefiro ser Tomé

PREFIRO SER COMO TOMÉ

 Muitas vezes queremos vender uma imagem de pureza em vez de admitirmos nossas fraquezas como o discípulo Tomé. Penso que Tomé foi muito corajoso ao dizer aos discípulos que não cria na ressurreição de Jesus, ao menos se O tocasse. Na verdade Tomé não estava juntamente com os discípulos quando Jesus lhes apareceu pela primeira vez após a ressurreição. Mas, a palavra diz que oito dias mais tarde estavam outra vez os discípulos dentro de casa e desta feita Tomé com eles, provavelmente mais perturbados com a aquela aparição de Jesus, e no coração, incertos de que tinham visto Jesus de verdade, entretanto, se reuniram ali mais uma vez na esperança de uma outra jubilosa aparição de Jesus, para certificarem mesmo de que Cristo havia ressuscitado.  Mas Tomé, agora em companhia de seus amigos, não compartilhava de suas vívidas expectações; pelo contrário, deve ter ficado assentado, melancólico e afastado daqueles que pouco acreditaram no que viram e que também não tiveram a coragem de perguntar se era realmente o Senhor que estava ali. Sem dúvida Tomé havia reiterado sua afirmação de que a idéia que seus colegas faziam da ressurreição de Jesus, não tinha fundamento, mas antes, resultava de uma espécie de ilusão coletiva ( há ministérios vivendo esse tipo de ilusão, uns sentem a presença de Deus, outros porém,  fingem que sente um tipo de presença pra não ficar feio), que envolvia uma aparição sob a forma de cumprimento de profundo desejo.

Mas foi então, repentinamente, sem qualquer aviso, que o mui discutido e esperado Senhor Jesus apareceu no meio deles. Claro que o regozijo invadiu o coração de todos ali, porém o Senhor viera com um propósito definido e logo após a saudação entrou diretamente ao assunto dirigindo-se a Tomé. É indubitável que Tomé olhou diretamente nas cicatrizes dos cravos da lança, e com muita certeza do que viu proferiu a sua grande confissão de fé: Senhor meu e Deus meu!

Sabe, quero disser que você pode dizer o que sentes ou o que não sentes, tenho certeza que não serás condenado por ser sincero como Tomé.  Dançar sem ver as marcas meus queridos, não trás convicção de que seu louvor está sendo recebido pelo Senhor, esse tipo de dança não gera a verdadeira adoração e não pode ser aceito pelo Senhor, fica um tipo de oferta de Caim. Deus atenta para Abel e para a sua oferta. Caim adorou com o fruto da terra, Abel com os primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura, sem mudar de personagem quero que entenda que Abel conhecia o Senhor e o adorava em verdade, ele tinha a marca de um adorador.

  Os dançarinos de hoje precisam tocar nas marcas para serem marcados pela presença de Deus. Deixa o Senhor aparecer a você nesses dias, e que você use as palavras de Tomé depois que viu com os próprios olhos que aquele Homem que se colocou no meio era o Senhor de sua adoração. A confissão de Tomé tem lembrado permanentemente à igreja cristã primitiva, o seu profundo credo; que todos os verdadeiros dançarinos tragam na alma essa mesma exclamação e entoar a vida de Jesus Cristo em nós.

Que através de nossa arte nEle encontremos tudo quanto sabemos a cerca de Deus, porque somente através de crermos no Senhor Jesus somos levados a adorar na certeza do vimos e sentimos. Senhor meu e Deus meu! Essa expressão de Tomé deve representar com exatidão a confissão de cada artista ao exercer seu ministério.

 

                                                                   Júnior Bandeira


 




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